No feriado fomos para Santiago, fazer enoturismo. Não sei se esse termo já existe, mas foi o que fomos fazer. A idéia do feriado era de tomar muito vinho, de preferência acompanhado de deliciosos pratos de frutos do mar fresquíssimos. Aliás, foi na minha enotrip que descobri que peixe não tem cheiro de peixe, e o que tem cheiro de peixe é peixe velho! Nessa viagem também descobri que frutilla significa morango, não frutinha, pero meu portunhol é outro assunto...
Bom, voltando ao que interessa, o melhor vinho que tomei foi o Tarapacá Champenoise, um espumante brut que é tudo de bom!! Tomamos quando fomos jantar no chiquérrimo Astrid y Gastón (http://www.astridygaston.com/), um restaurante peruano que virou moda na América do Sul (além de Santiago, tem em Lima, Bogotá, Caracas, Buenos Aires, entre outras). O lugar é lindo, o atendimento parece coreografado de tão perfeito e a comida divina, mas na minha humilde opinião, faltou o elemento surpresa. Indo num restaurante do qual todos falam maravilhas, a perfeição é o mínimo que se espera.
Eu e meu Causa as 5 Raças (causas são feitas de purê de batatas e limão e podem ser cobertas por vários ingredientes, aqui são atum, camarões apimentados, escabeche de cebola, batatas ao aji e centolla).
Preferi bem mais o Patagonia, um restobar (mix de restaurante com bar) de caças que fica numa esquina perto do MAVI e que almoçamos num dia gelado e ensolarado. Mesinha na rua, sol no rosto, serviço demorado e preguiçoso... Mas uma comida deliciosa e sem uma multidão de turistas em volta.
Olha que gostoso o meu prato:
Carne de cervo, cebolas caramelizadas e torre de abrobrinha com queijo de cabra.
O lugar:E o meu marido:

