31 de agosto de 2011

noites sem mamãe


As noites que não estou em casa costumam ser difíceis, como já contei aqui e aqui. Geralmente o que acontece é que eles choram, querendo que eu os atenda, mas não estou lá. Novamente estou viajando, mas essa noite foi diferente: eles tiveram febre. FE-BRE. Claro que estão com os narizes correndo e resfriados, mas acho que também tem um fator emocional envolvido.

Na última vez que meu marido viajou, eles corriam para a porta esperando e chamando o papai. Inventei, então, a terapia da saturação. Saturar eles de informação sobre o papai: dar fotos a eles, deixar eles segurarem, amassarem, beijarem, dar thau e boa noite para o papai, inventar música para o papai. Tudo isso eu fiz e acho que adiantou. Mas parece que isso não está funcionando quando sou eu quem viaja. Ou o aplicador da terapia não tem tanta técnica, heheh.

Lembrando que eles tem quase 18 meses, alguém tem alguma sugestão de como tratar desse tipo de assunto? O que podemos fazer? Técnicas, dicas e palpites serão muito bem vindos!


30 de agosto de 2011

só a mãe que trabalha...


...lembra da data que voltou da licença maternidade.

E hoje faz um ano.

Fazendo uma avaliação, acho que temos nos saído bem. O fato de eu poder trabalhar home office faz muita diferença: posso deixar os meninos mais tarde na escolinha e buscá-los mais cedo. Consigo cozinhar, arrumar armários e levar ao pediatra sem dificuldades. O tempo que perderia no trânsito aproveito com eles.

Eu e Rodrigo conseguimos montar uma estrutura de apoio para as freqüentes viagens e conciliar as agendas. O combinado é que quando um marca alguma viagem avisa o outro para fechar aqueles dias e isso tem funcionado bem. Claro que as vezes há conflitos de datas, mas sempre conseguimos renegociar reuniões e viagens. Com boa vontade tudo fica mais fácil.

Os meninos têm muita noção das minhas ausências, e sofrem com isso. As madrugadas são difíceis quando não estou em casa e isso me dói mais do que a saudade. Realmente espero que essa fase logo fique para trás. Tudo passa, não é verdade?

Estou convencida de que não é a mulher que consegue conciliar carreira e maternidade, mas toda uma família que consegue se organizar para que a mãe trabalhe. Percebo que há uma pressão para que a mulher pelo menos reduza sua dedicação ao trabalho depois que se torna mãe. Manter a atividade profissional requer foco, dedicação e persistência. Olhares tortos e de desaprovação quando conto que continuo viajando são comuns. Chego a afirmar que ainda a mentalidade dominante é que lugar de mãe (pelo menos de filhos pequenos) é em casa. Para mim, seria muito difícil aguentar a pressão se não tivesse um marido que realmente me apoiasse. Mas ainda bem que tenho.

29 de agosto de 2011

dos pequenos esforços do dia-a-dia


Sempre achei possível conciliar carreira e maternidade, e ainda acho. Mas além da culpa, das saudades e da preocupação "será que eles estão mesmo sendo bem cuidados?" há outras coisas que são pouco comentadas quando se fala de ajustar esses papéis: o cansaço e certos esforços que são feitos por muitas mães que trabalham para estarem presentes em todos os momentos possíveis na vida dos filhos.  

 Semana passada atendi a um cliente há cerca de 2 horas de São Paulo. A solução mais barata e menos cansativa seria pernoitar lá. Mas era a melhor? Fiz as contas: sairia de casa com os meninos ainda dormindo, mas voltaria no horário do jantar deles e ainda poderia brincar por cerca de 1 hora... Não tive dúvidas: fiquei indo e voltando diariamente.

Sei de algumas mães que cozinham final de semana ou a noite, quando chegam do trabalho, pois fazem questão de fazerem elas mesmas a comida dos filhos. Sei de outra que acompanha a lição da filha via skype e daquela que avisa as crianças que chegou mesmo que estejam dormindo. São pequenas ações que marcam a presença de quem não está todo o tempo disponível.

Acho importante que esses esforços aconteçam e não acredito que o que conta é apenas a qualidade da interação e não o número de horas que se passa com os filhos. Não acho efetivo uma mulher ser full time mom se não dá atenção verdadeira às crianças, mas também penso que ser mãe apenas aos finais de semana não é o suficiente. Construir um vínculo de amor e que transmita segurança requer tempo e esforço.

24 de agosto de 2011

hormônios não bastam para fazer uma boa mãe


Terminei de ler O Conflito: a mulher e a mãe de Elisabeth Badinter e gostei muito do livro. É bem menos polêmico que a entrevista da Veja (que comentei aqui) e pode até frustrar algumas pessoas que vão em busca de colocações fortes. O que ela faz é uma retrospectiva muito bem amarrada da história da mulher e do feminismo e de como tudo isso desencadeia na exigência de sermos todas mães perfeitas.

Claro que cada leitura é única e essa é a minha interpretação dos fatos. Já conversei com outras pessoas que leram o livro e que o acharam chato, irônico e/ ou sem graça. Mas eu achei super interessante e de fácil leitura. Cada ponto de vista é a vista de um ponto, e esse é o meu.

Apesar dela apresentar e relacionar o que escreve com a condição das francesas, penso que tudo pode ser associado com a nossa sociedade e reflete o que vivemos no Brasil. Percebo que aqui também temos um movimento de valorizar o que é natural e primitivo na mulher (mestruar, conceber, gestar, parir, amamentar), que é o que ela chama de maternalismo. O maternalismo, portanto, é uma redescoberta da mulher enquanto mamífera e ser instintivo. Maternar passa a ser a arte feminina por natureza.

A maternidade, desse prisma, é algo determinado biologicamente e regulada por dois hormônios: prolactina e oxitocina. Parir e amamentar, por exemplo, devem ser funções naturais como é para outras mamíferas que agem sob influências dessas substâncias. E aqui vem a primeira crítica da autora, que utilizei de título para esse post: hormônios não bastam para haver uma boa mãe.

Na minha interpretação, diferentemente de outros animais, temos inconsciente e um aparelho psíquico mais estruturadao que nos possibilita ir além de outros mamíferos. Não comemos placenta (ou comemos - aqui) e nem todas nos vinculamos imediatamente a nossos filhos (aqui). Temos aspirações além da maternidade! Podemos ficar em casa com os filhos, mas podemos também sair para trabalhar se temos vontade, e é isso que não é levado em consideração se a mulher é tratada apenas como mamífera.

O que deriva daí é uma lista de "tem que": tem que parir naturalmente (de preferência sem episio ou anestesia), tem que amamentar exclusivamente até tal idade, tem que parar de trabalhar para se dedicar exclusivamente aos filhos. E essas normas são sufocantes! Falando um pouco da minha experiência pessoal e do curto tempo que amamentei meus filhos, penso que se não tivesse assumido a tarefa quase impossível de amamentar gêmeos exclusivamente e ter complementado com leite artificial desde o início, talvez tivesse conseguido amamentá-los por mais tempo.

Acho que todas essas obrigações só atrapalham e nos pressionam para sermos perfeitas, o que é impossível. E é essa leitura que faço do livro: a autora questiona essa obrigação de ser perfeita: "Inscrevendo-se na lógica do tudo ou nada, tendo alta consideração dos deveres maternos, essas mulheres calam os prazeres e benefícios da maternidade. Elas veem apenas os aspectos sombrios, constrangedores e sacrificiais".

23 de agosto de 2011

eu não comeria. e você?


Você encararia?

E se fosse preparada com gengibre, limão e pimenta jalapeña?


O site Mulher 7X7, da revista Época, comentou uma matéria da New York Magazine bastante polêmica: mulheres que comem sua placenta após o parto. Segundo a fonte original, cada vez mais pessoas acreditam que não existe alimento mais nutritivo e adequado após o parto, pois a ingestão da placenta seria capaz de de aliviar a depressão pós-parto, ajudar na lactação e repor os nutrientes perdidos durante a gravidez. A maioria das fêmeas de mamíferos come sua placenta após parir, e é daí que vem a crença de que humanos também seriam beneficiados com esse alimento. Particularmente, acredito que não é por sermos mamíferos que temos que reproduzir tudo o que animais fazem, e eu não comeria minha placenta. Percebo que há uma busca por o que é natural e instintivo em termos de maternidade e creio que comer a própria placenta está em coerência com essa idéia. E você, o que acha? Comeria?     

19 de agosto de 2011

ainda nem tirou as fraldas...


...mas já arrumou um namorado!


Tenho escrito bastante sobre propagandas voltadas ao público infantil ou que utilize essa faixa etária, eu sei. Mas acho um absurdo colocarem crianças para vender roupas de gente grande (aqui), lingerie para crianças (aqui) e bebês tendo namoradinhos. Mesmo que sejam 'inhos'. Minha opinião é que criança é criança e deve se ocupar com coisas de criança. Simples assim. Sem essa de representar gente grande porque é fofo. Claro que é normal uma criança brincar de ser adulta, vivenciar outras experiência faz parte do desenvolvimento. A questão é diferenciar o que é uma brincadeira do que é um estímulo para um desenvolvimento precoce. Como mãe, não tenho como não me preocupar se essa 'adultização' está na mídia, pois já aprendi que uma foto nunca é apenas uma foto e um filme nunca é apenas um filme. Material publicitário (principalmente os bem feitos, como é o caso) normatizam e definem comportamentos. Se uma empresa apresenta dois bebês namorados é porque bebês namoram. E é assim que as coisas devem acontecer. E é assim que acontecerão. Ou não?


18 de agosto de 2011

tolinha, achava que não dormir era a parte mais difícil


Não, eles ainda não dormem a noite toda. Mas virei um ser elevado e passei a respeitar o tempo deles. Se querem dormir, ótimo. Se não querem, tudo bem.  Quem quer assistir os Backyardigans às 06hs levanta a mão! Não sei se evoluí ou se outras coisas passaram a ser tão mais difíceis que as noites de deita-levanta nem me incomodam mais tanto. Difícil é ensinar a não morder, a não bater, a não gritar e a não se jogar no chão. A falar obrigado e por favor. Ter paciência para ensiná-los a comer sozinhos e coluna para limpar a sujeira depois. Frieza para falar sério quando eles aprontam e ser dura quando preciso. Ainda bem que a adolescência está longe. 


17 de agosto de 2011

sempre mais do mesmo


Propaganda de lingerie para crianças de quatro a doze anos da marca francesa Jours Après Lunes.





Tudo o que penso sobre esse tipo de propaganda já escrevi aqui.

agenda da mãe que trabalha



clique para ampliar.

16 de agosto de 2011

dá pra parar o tempo?


... porque eles simplesmente chegaram no auge da fofura.






15 de agosto de 2011

sobre o tempo, a morte e as despedidas


Foi só quando minha sobrinha nasceu, há 5 anos atrás, que me dei conta de como o tempo realmente passa para todos. Quem era filho virou tio. Quem era pai virou vô. Quem era vô virou bisavô. Avançamos todos uma casa no tabuleiro da vida.

* * *

Minha primeira lembrança de morte foi lá pelos meus 4 ou 5 anos. Minha bisavó morreu. Lembro de minha mãe ter me deixado em casa para ir no velório e enterro. Ninguém perguntou se eu queria ir. Assunto tabu, não é coisa para crianças.

* * *

Então que nesse Dia dos Pais deixei o pai dos meus filhos e vim encontrar meu pai para ir ver o pai dele no hospital. Meu avô está bem doente, e achei melhor vir para Porto Alegre vê-lo. Ver alguém talvez pela última vez não é coisa para crianças. Difícil demais. Por mais que a lei da vida seja nascer, viver e morrer não estamos preparados para despedidas. Definitivamente, não estamos.


12 de agosto de 2011

pai é pai

11 de agosto de 2011

FAQ para mães de gêmeos mal educadas


Inspirada aqui e ali, resolvi criar essa FAQ (Frequently Asked Questions) para facilitar a vida de mães de gêmeos que, assim como eu, não aguentam mais responder às mesmas questões, não têm paciência para pitacos de estranhos e se permitem serem mal educadas de vez em quando.

Leia, imprima e use com moderação.

1. Gêmeos! Que horror! Eu já estou enlouquecendo com apenas um filho!
Você acredita que eles não dão nenhum trabalho? Um cuida do outro o tempo todo. Até trocar a fralda do irmão eles aprenderam. Acho que se eu tivesse apenas um filho iria enlouquecer!

2. Você ficou apavorada quando soube que eram dois?
Sim, desmaiei e depois tive um ataque cardíaco. Ainda bem que já estava no hospital.

3. Eles dão muito trabalho?
Nenhum, por isso já estou grávida de novo.

4. Você fez tratamento para engravidar?
Não.

5. Pode falar... sei que você fez tratamento. Quem tinha problemas? Você ou seu marido?
Vou falar a verdade então... nós dois. Conseguimos engravidar com cirurgia espiritual, chá do santo daime e sexo de hora em hora.

6. Gêmeos é bom porque cria tudo junto.
Claro! A gente faz tudo para um e o outro vai no vácuo. Pena que o terceiro não veio junto.

7. São dois meninos?
Não, é um casal. Estou fazendo um experimento científico: quero ver a influência da cor da roupa no desenvolvimento da identidade sexual e visto ela de azul todos os dias.

8. São duas meninas?
São hermafroditas. Ora visto de rosa, ora visto de azul. Hoje é dia de rosa.

9. É um casal?
Não, sou dois meninos, mas eu quero que um seja gay e visto ele de rosa todos os dias. O outro visto apenas de azul.

10. Você consegue dormir?
Claro! Tranco os dois no quarto e deixo eles chorarem a noite inteira. Durmo das 22hs às 08hs diariamente. Eles devem aprender a como nossa sociedade funciona desde pequenos.

11. Você consegue comer?
Não faço muita questão. O amor me alimenta.

12. É muito caro ter gêmeos? Como você faz para pagar todas as contas?
Costumo alugá-los para casais infertéis exibí-los para os amigos, mentindo que são seus filhos. Estou ganhando uma boa grana com isso.

10 de agosto de 2011

sobre mordidas

Então que os meus filhos mordem. Eventualmente, mas mordem. Dão suas dentadas em duas situações específicas: em alguma briga ou disputa (por brinquedo, por exemplo) - quando as mordidas são dirigidas ao irmão ou a algum amiguinho - ou quando ficam tão felizes que não sabem como se expressar e mordem de puro contentamento - e aqui muitas mordidas são dirigidas a mim. Não acho que sejam bebês 'mordedores', penso que o que está acontecendo com eles faz parte do desenvolvimento normal, e como ainda não falam é assim que muitas vezes conseguem se expressar. Com certeza não é a forma ideal, mas é como conseguem. A cada mordida explico que não podem morder, que dói e machuca a outra pessoa. Tenho certeza que eles já compreendem que isso é errado, pois muitas vezes me dão um beijo depois da conversa. Percebo que esse assunto é pouco discutido (pelo menos eu não me lembro de ter lido algum post a respeito) e gostaria de promover essa discussão. Mordidas: como foi com você?


9 de agosto de 2011

pequenas chantagens e mentirinhas


Come tudo pra ficar grande e bonito que nem o papai.

Não pode brigar com o mano, é só beijo e abraço.

Não tira a meia senão tu vai ficar doente.

Ajuda a mãe a arrumar os brinquedos pra nossa casa não ficar igual a uma maloca.

Filho, se tu não comer vai ficar tão fraquinho que não vai ter força para brincar amanhã.

Põe o casaco pra tu não ficar doente e ter que tomar remédio.

Se tu dormir agora amanhã a gente vai brincar no parque.

Feio, né?

multitarefas, eu?


Carol Passuello, mãe de gêmeos de 1 ano e 5 meses, é consultora de gerenciamento de risco numa multinacional. Ama seu trabalho e graças a ele viaja com frequência, o que a obriga a passar várias noites por mês longe de casa e da dupla Leonardo e Rafael. Sem querer bancar a supermulher que dá conta de tudo e consegue conciliar carreira bem-sucedida, maternidade plena e casamento feliz sem maiores dramas, Carol não esconde o quanto é difícil desempenhar seus vários papéis. Quando concedeu esta entrevista, estava cumprindo sua agenda profissional a alguns milhares de quilômetros dos filhos e havia acabado de postar em seu blog um texto em que fala sobre como viajar a trabalho sem sofrer. E é assim, com humor inteligente, jogo de cintura e o fundamental apoio do marido que Carol vive as dores e as delícias da maternidade moderna.

Gostou? Então continue lendo minha entrevista para a Natura aqui

8 de agosto de 2011

era só o que faltava. e agora não falta mais.


Acabo de ler no Mulher 7X7 sobre a francesa Thylane Loubry Blondeau, uma modelo que já saiu na Vogue francesa e desfilou para Jean-Paul Gaultier. Até tudo bem, tirando o detalhe que a menina tem dez anos. Dez anos! Ela é linda, não resta nenhuma dúvida, mas no meu ponto de vista, isso tem outro nome. Dedinho sensual na calça e foto sem blusa?

na minha terra, isso seria considerado pedofilico.

Além da questão legal e ética, me preocupa ainda mais que a sociedade aprove e estimule que crianças participem de editais de moda para adultos. Que mensagem uma revista como a Vogue quer passar ao publicar um editorial com meninas fazendo pose de mulher e vendendo produtos para gente grande? Eu realmente não sei, mas acho tudo isso um grande absurdo.

Vogue, explica?

foto daqui.
para outras fotos do ensaio da Vogue, aqui.

5 de agosto de 2011

todo o amor que houver nesta vida


Engraçado como esquecemos coisas que acontecem quando nossos filhos são bem pequenos. Muitas noites mal dormidas, fins de tardes com cólicas, dentes nascendo, vacinas e febres são largados num cantinho e ficamos só com as coisas boas. Estou relembrando algumas destas dificuldades ao acompanhar (mesmo que à distância) uma amiga recém-mãe. Quantas dúvidas, ansiedades, inseguranças e medos. Impressionante como tudo o que ela fala eu já senti, mas deixei em algum lugar do passado. Passou. Com o tempo tudo melhora, se torna mais natural. Até o amor que sentimos pelas crias. Não fui uma das pessoas que amou os filhos de imediato, ainda na sala de parto. Precisei um tempo para conhecê-los, descobrí-los, criar intimidade. E daí o amor veio. Minha amiga está preocupada, querendo saber quando o amor vai chegar. Quando aquela criaturinha tão demandante vai se tornar o centro da sua vida. Será que vai se tornar o centro da sua vida? Comentei com ela minha experiência, como foi. Disse para não se preocupar, pois em um dia qualquer vai se com o coração batendo fora do corpo.


todo o amor que há nessa vida. 

4 de agosto de 2011

onde estava a mãe dessa menina?


É chocante a história do jogador de futebol de 20 anos que está sendo acusado de matar a namorada (ou esposa) de 16 anos. Choca pelo homicídio em si, pela idade do acusado e da vítima e por outros elementos da trama. A jovem de 16 anos morava com o namorado há pelo menos 1 ano (desde os 15, portanto) e a família sabia de constantes agressões que sofria e dos abusos de álcool do rapaz. Impossível não pensar onde estava a mãe dessa menina e como não interviu na relação do casal para defender a filha. Mas será? Qual nosso limite como mãe? Legalmente, se não estou enganada, com 16 anos uma jovem pode emancipar-se e tem o direito de fazer o que bem entender da sua vida. Mas é tão jovem e despreparada! Eu aprendi que ser mãe é muito mais difícil que parece, e estou buscando não julgar e responsabilizar essa mãe. E você, o que está achando deste caso?

A versão da vítima aqui.
A versão do acusado aqui.

3 de agosto de 2011

amor de irmão


hoje não precisa legenda.

2 de agosto de 2011

o_O


Semana passada conheci o garoto anticorpos. Um rapazinho em torno de 4 anos que fazia misérias com seu chiclete. Além de mascar, fazia ele virar bolinha, moeda, pulseira e até uma minhoca tão grande que poderia servir para pular corda. Grudava em todos os lugares possíveis e voltava a mascar. Esse nunca mais fica doente.

Admirada com tanta porquice vivacidade fui conversar com a mãe dele e perguntei o nome do menino. Deu-se o seguinte diálogo:

- Leonardo.

- Ah, eu também tenho um Leonardo.

- Leonardo é nome de menino tinhoso, pode ter certeza. Mas não é o pior, pra tua sorte. Criança terrível é mesmo Rafael.

o_O

1 de agosto de 2011

só as mães de univitelinos vão acertar

Leonardo se olha no espelho.

O que ele diz?

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Rafa!