5 de agosto de 2011

todo o amor que houver nesta vida



Engraçado como esquecemos coisas que acontecem quando nossos filhos são bem pequenos. Muitas noites mal dormidas, fins de tardes com cólicas, dentes nascendo, vacinas e febres são largados num cantinho e ficamos só com as coisas boas. Estou relembrando algumas destas dificuldades ao acompanhar (mesmo que à distância) uma amiga recém-mãe. Quantas dúvidas, ansiedades, inseguranças e medos. Impressionante como tudo o que ela fala eu já senti, mas deixei em algum lugar do passado. Passou. Com o tempo tudo melhora, se torna mais natural. Até o amor que sentimos pelas crias. Não fui uma das pessoas que amou os filhos de imediato, ainda na sala de parto. Precisei um tempo para conhecê-los, descobrí-los, criar intimidade. E daí o amor veio. Minha amiga está preocupada, querendo saber quando o amor vai chegar. Quando aquela criaturinha tão demandante vai se tornar o centro da sua vida. Será que vai se tornar o centro da sua vida? Comentei com ela minha experiência, como foi. Disse para não se preocupar, pois em um dia qualquer vai se com o coração batendo fora do corpo.


todo o amor que há nessa vida. 

21 comentários:

Anônimo disse...

Ai Carol...que lindo o que vc escreveu!
Comigo tb foi assim, logo de cara, o medo e a ansiedade eram maior que o amor, mas esse não demorou a aparecer e se torna cada vez maior...
A propósito seus filhotes são lindos!!!

bj

Patricia disse...

Senti igual. Lindo post e super útil. Em um mês o amor chega, o período "oquequeeufaçodaminhavidameudeus" passa e aí é que você entende de fato o que é a maternidade.
pelo menos comigo foi assim.

Unknown disse...

É Carol, é comum as mães não sentirem esse amor todo à primeira vista. O bebê nasce tão frágil e dependente e ao mesmo tempo tão exigente, estamos cansadas, doloridas, com os peitos doendo e todo mundo agora só dá atenção ao bebê. Mas aos poucos a gente vai olhando essas carinhas, daí ele aprendem a usar a sua alma mais mortal: o sorriso e...pronto! Já os amamos irremediavelmente.
Tem como não amar essas caras mais lindas do mundo, sorrindo e chamando mamãe?

Beijos

Celi disse...

Aos pouquinhos o amor vai aumentando, aumentando, toma conta do nosso corpo e dos pensamentos. Para cada acontecimento, cada conquista uma palpitação. Uma alegria sem fim...
Já disse que seus filhos são lindos demais???????? rs
Beijos

Carol Garcia disse...

eu senti uma coisa louca e avassaladora assim que ouvi a risadinha do meu obstetra por trás do panão azul no centro cirúrgico.
foi amor, ô se foi, daqueles que a gente até se sente transformada.
e só aumenta.
bjocas

Irina disse...

Quando vejo posts seus sobre seus filhos e vejo fotos como a deles se abraçando, mamando de mãos dadas e essa de hoje, sorrindo pra foto, me pego pensando...
Que maluco deve ser isso de ter não uma, mas duas criaturinhas encantando, enlouquecendo a gente com palavras novas, gracinhas, tudo!
Se eu me sinto inebriada de tanto amor que tenho pelo meu filho, me imagino com dois!

Que seja amor instantâneo ou amor construído, esse amor que a gente sente é uma benção de Deus e vc, Carol, é duplamente abençoada por ter esses dois pequenos aí na sua vida.
Porque o trabalho e as preocupações costumeiras são em dobro, mas a felicidade, essa eu acho que deve ser imensurável!

Bianca disse...

Carol, lindo post! E olha, eu que tb precisei desse tempinho quando o meu nasceu te digo com convicção: Esse amor se multiplica por milhares e milhares de vezes com o passar do tempo.
beijos e bom finde.

Rafaella disse...

O que lindos...
Como a gente ri depois ue passa todas essas dificuldades...
E realmente so fica as coisas boas...
Como é bom ser mãe...
bjos

Alexandra Aranovich do Café Viagem disse...

Nossa, que lindo!
Olha só, Carol. Se por algum acaso teu trabalho te enviar para os lados de Porto Alegre ... vem para festa de 1 aninho do Destemperadinhos. Quando?
dia 9 de agosto, terça-feira, às 18h no espaço DaDo Kids do Praia de Belas.

beijocas
Alexandra

Mariana - viciados em colo disse...

isso é engraçado, porque chega um tempo em que achamos que não somos capazes de amar mais, mais do que amamos... e eles crescem e é incrível como vamos amando cada vez mais e mais.
beijoca

Regiane disse...

Adorei o texto. E sabe que, em determinado momento não conseguimos nem lembrar mais como era a vida antes deles, não é?!
Fale pra sua amiga que nem todas tem amor a primeira vista (eu tb fui assim, e tb coloquei no meu bloghttp://pequenascoisasdare.blogspot.com/2011/05/blogagem-coletiva-as-marcas-do-amor.html), mas com o tempo, na verdadem não tem como saber quando nem como, o amor simplesmente aparece e te invade. COMPLETAMENTE. Imagino para você, que é um dobro........

Beijocas e parabéns pelo blog (sempre passo por aqui, mas nem sempre consigo comentar).

Cin disse...

Adorei sua sinceridade em admitir isso, Acho que a maioria das mãe sentem o mesmo mas tem vergonha de admitir, já que o amor incondicional de mãe é sempre tão profanado. Comigo tbém veio assim, conforme fui conhecendo e me tornando intima dos meus pequenos. Mas depois que ele chega, não tem mais freio, só faz crescer e crescer e a gente n tem ideia de onde isso vai parar...É lindo e emocionante.
Gostaria de aproveitar a oportunidade e convidá-la para o sorteio que esta acontecendo no meu blog. Bjao!

Mix Martins disse...

Ai.. eu sou uma dessas que amou desde a primeira vista. Eu quis tanto, sonhei tanto. Fiquei bem confusa com o que fazer, tive um medão, mas amei! Putz! Amei demais!!!
Tem horas que a gente quase acha que parou de amar, né? hahahaha choros... nossos e do bebê... mas realmente passa... E hoje, não consigo me ver não dele e ele não meu... não troco isso por nada!

Mari Mari disse...

tb nao morri de amores na sala de parto nao, mas nao sei dizer em que momento passei a amar cada um dos meus filhos. to contigo. E com a sua amiga, of course!

Helena Jacob disse...

Oi, Carol, gosto muito do seu blog. Meu Pedro tem 4 meses e só comecei a amá-lo pra valer depois do segundo mês. Não tenho vergonha disso. Ele chorava demais, demandava demais, tinha cólicas demais. Nada o satisfazia. Eu me sentia péssima, sempre fui muito eficiente na vida, como não era capaz de satisfazer aquele pequeno ser? mas ai ele começou a rir, começou a gargalhar, começou a apertar minha mão e... danou-se. Apaixonei. Acho que as mães têm que ser mais sinceras e admitir que isso pode acontecer porque muitas mães se perdem em devaneios românticos e nem sempre é assim. Escrever um post como esse seu é um serviço de utilidade pública para mães. Bjs

Anônimo disse...

Nossa, fico aliviada ao ler posts como esses. É bom saber que outras mães passam pelas mesmas agústias. Também demorei um pouco para sentir o amor que sinto hoje.

Bárbara

Ana Carolina disse...

O amor chega mesmo e é arrebatador!
E no nosso caso em dose dupla!

Muito bom. Demais!!!
Beijos.

Mel Falcão disse...

eu senti amor a primeira vista! ainda na barriga era mais medo do que qualquer outra coisa! medo de nao dar conta, medo de nao amar igual, medo do sustento financeiro e psicologico... mas desde o primeiro chorinho, antes de ve-las, quando vieram ate mim! nossa, nao sei descrever! foi um amor arrebatador, que vem das entranhas! e quando eu pensava que tinha conhecido o maximo do amor, descubro que a cada dia esse amor só aumenta!

bjo enorme!

Renata disse...

Ai, sei lá, quando engravidei ja sentia todo esse amor (talvez porque deseja muito mesmo, e tive dificuldades de engravidar,...). Quando nasceram,...nossa,...foi incrível e para mim só aumenta esse amor, a cada dia!
Legal o teu post, pois nunca pensei que pudesse ser assim,...achei estranho,..começar a sentir amor um mês depois,...sério! hehehe Mas é isso, é um sentimento que vem na hora que tiver que vir,... antes, durante ou depois, não importa! O que importa é que toma conta da gente mesmo! Bjos Carol

Rosana Rô disse...

Carol parabéns pela coragem de publicar essa verdade que algumas mães não conhecem e da qual outras se envergonnham. Eu´estava alertada por um médico para não estranhar caso não houvesse aquele amor romantico à primeira vista, achei impossível mas entendi na sala de parto, vem um turbilhão de emoção....O amor nasce junto mas se desenvolve com os dias e cresce, logo se torna infinito independente de quando isso acontece ele acontece com certeza. Quanto as lembraças kkkk mãe mente,esquece muito detalhe mas afirmar saber dia e hora kkkkkkk,tudo em nome da alegria dos pimpolhso. bjs.

Coisas de mãe disse...

E ee só cresce né? Aumenta, aumnenta, aumenta... mesmo com os choros, as birras, a sensação de não vou dar conta!!

Cada sorriso, cada gracinha, cada carinho contam mil vezes mais do que cada momento de angustia!

beijos

Pati