Esse post vem sendo escrito a muito tempo. Vou, volto, vou, volto, mas nunca tenho coragem (sim, é essa a palavra) para postar. Acho que não é muito esperado que uma mãe afirme que consegue conciliar carreira e maternidade sem tanta culpa ou sofrimento. Mãe não tem que sofrer?
Pois bem. De vez em quando dou minhas choradinhas, sinto saudades, me questiono, mas, do melhor jeito que eu consigo, concilio sim carreira e maternidade. Até que me saio direitinho. E sabe do que mais? Acho que tem mais um monte de mãe por ai que consegue e fica encolhidinha e também tem medo de assumir que yes, we can.
Claro que cada caso é único, mas eu consigo seguir trabalhando (e viajando) em função de três fatores. O primeiro, e mais importante, é o apoio que tenho do Rodrigo, meu marido e pai da dupla. Além de ser um super pai que faz tudo (fraldas, banho, comida, nina, acorda de madrugada) e é super paciente, me incentiva a continuar trabalhando e desenvolver minha carreira. O que ele respondeu quando eu perguntei o que achava sobre eu passar uma semana fora para trabalhar no meu primeiro projeto internacional? Óbvio que tu vai, não tem porque perder essa oportunidade. Ele não só ajuda (e assume) os meninos, como me estimula. Imprescindível.
Minha empresa também ajuda. E muito. Tenho a felicidade de trabalhar com pessoas ótimas que entendem que antes de tudo sou um ser humano com sentimentos. Claro que antes de ser mãe trabalhei muito, tenho um histórico e quando eu falo que alguma coisa é difícil eles sabem que é realmente difícil. Em função de tudo o que já fiz estabelecemos uma relação de confiança e de troca. Posso falar sobre minhas dificuldades e problemas que eles entendem.
Montei uma estrutura de apoio. Não tenho dinheiro sobrando, mas tenho uma empregada diarimente e uma babá que dorme com os meninos durante a semana. Penso como um investimento e como a única forma de continuar viajando. A empregada auxilia com os meninos pela manhã e a babá de noite, para que Rodrigo possa descansar. Conto também com a minha mãe, que eventualmente vem de Porto Alegre para alguma emergência (para isso que juntamos milhas, correto?).
Eu consegui me organizar desse jeito. E vocês?
Mega obrigada para a Carol P que é uma mãe super bem resolvida e sem culpa e que me encorajou a publicar esse texto!


43 comentários:
Pode se considerar uma pessoa de muita sorte! E, sinceramente, não vejo motivo algum para não publicar esse post. Dificuldades sempre existem, ninguém falou em vida perfeita. Mas vc só tem que sentir orgulho pelo que conquistou, inclusive conseguir conciliar carreira e maternidade! Sem culpa! :)
Oi Carol, acho bem legais teus posts. E esta semana em específico eu tenho trabalhado feito uma camela e AINDA não consigo não me sentir culpada, vou melhorar isso! Ligo várias vz pra casa e eles sempre estao fazendo alguma gracinha, penso comigo... poxa, como eu queria estar lá... porém sei q a carreira é importante e o marindon apoia, por isso tbm tenho a minha forma de eu conciliar é tendo duas ajudantes (uma tbm dorme) e não estrapolando de jeito nenhum o horário de saída do trampo, tendo mt coisa ou não, deu meu horário, cato minhas coisas, vôo pra casa. Desligo completamente do mundo corporativo e assim acontece dia após dias.
bjus
Legal você compartilhar isso! E mais ainda deixar claro que não há o certo, o ideal. Existe sim o jeito que cada uma encontra, dentro das suas possibilidades, de continuar tocando a vida, sendo (super) mãe e manter a família feliz.
Bj
Priscilla
Atrás de uma grande mulher existe um grande homem. E uma boa empresa. Rs
Vergonha de mostrar que é feliz?
Deixa de ser boba :)
Beijos!
Carol, acho que vc encontrou A fórmula perfeita para você e sua família! Modéstia à parte, eu acho que também concilio muito bem, não só a maternidade com a carreira, mas também com um pai e uma mãe doentes (pai com cardiopatia grave e mãe com câncer estágio IV). Também tenho um marido maravilhoso, que me apoia totalmente, de modo que, com a chegada de minha filha eu apenas precisei abrir mão de 1 dos 3 empregos que eu tinha... dessa forma, ainda consigo almoçar em casa quase todos os dias e levo e pego minha filha na escola... pra que melhor?
Bjão
Sara
http://www.vivendoavidacomoelaeh.blogspot.com/
Acho que gostando da carreira a gente concilia sim, e sem [muita] culpa. Quem precisa trabalhar concilia na marra, mas também consegue. E eu acho que quem é feliz nessa jornada tem sim que seguir seu exemplo e falar, porque são experiências que podem ensinar muito pras mães que ainda ficam inseguras nesse assunto :)
Eu não consegui conciliar. Eu odeio meu emprego e amei ser mãe. Enquanto eu não tiver uma carreira que eu goste, jamais vou conseguir (e querer) conciliar. Então em breve serei só mãe, com muita alegria, e espero encontrar uma ocupação que eu goste um dia.
Olá, Carol, sou nova aqui e se estou digitando agora é porque: a) estou de licença-maternidade-eternidade (porque filho é pra sempre) e b) tenho babá e empregada c) não me culpo nem um pouquinho por isso (mentira, um pouquinho, vai). Vamos lá: sempre estudei muito e trabalhei bastante, sempre pelo menos dois empregos, mestrado, dando aula etc. e tals. E resolvi ter família. Porque isso é tudo e é o que fica. Viver sem se arriscar não é viver... E família é um risco. É seu maior amor. E sua maior dor. É indissociável. E eu arrisquei meu coração. Porque estou viva. Fiz exatamente o que vc fez: montei estrutura - a empresa doméstica - e estou muito presente em carinho com eles em casa, embora não esteja fulltime em presença física. Ligo sempre. Falo ao telefone, mesmo que o bebê não entenda (e juro, ele entende!). E acho que a questão fundamental é passar segurança e naturalidade para eles... Se a gente se descabelar de saudades, ficar lembrando, encarnar o melodrama, vão pensar que realmente há algo de errado e vão absorver este comportamento (não, não sou psicóloga, olha a leiga falando!!!), mas enfim, tento passar o lance: TÁ TUDO BEM, TUDO SUPER NORMAL. Lá no fundo, eu queria estar em casa o tempo todo... Queria mesmo. Mas... e quando crescerem, cadê minha mãe profissional que todos os coleguinhas têm, e eu não!? (tenho uma amiga passando por isso right now). E a vida continua, né. Essa é uma questão delicada, não existe CERTOU ou ERRADO (tipo, trabalhar fora, trabalhar homeoffice, não trabalhar). A questão é: quais são as minhas possibilidades?! Assumir uma e viver o mais carinhosa-atenciosa-maternalmente possível. É isso... beijão!
Olá Carol,
Gostei muito do texto, e tenho vivido um grande conflito existencial por conta disso. Minha filha esta com 1 ano e 3 meses, minha licença acabou quando ela tinha 7 meses, por dois meses ela ficou com minha mãe e minha sogra e assim que consegui uma vaga integral numa das melhores escolas da cidade e melhor a empresa que trabalho tem convênio, então eu não pago nadaaaaa, coloquei ela. Ai piorou minha angustia, me sentia mtooooooo mal, pq minha mãe abandonou a carreira para cuidar de mim, e eu me sentia na obrigação de fazer o mesmo pela minha filha, acontece que além dos tempos serem outros, eu tenho um bom salário e o fato de eu parar de trabalhar iria mudar muitaaaaaaaa coisa na nossa vida. Depois de alguns meses, muitas conversas, muito apoio do marido, pais, enfim...e também tratamento médico pois chegou um momento que eu não tinha muita disposição, andava muito cansada, resolvi procurar um médico ortomolecular e investir na minha saúde. Tem dado resultado e estou conseguindo conciliar maternidade e carreira, não foi uma tarefa muito fácil, mas não esta sendo impossível, me considero uma super mamãe e quando a Elô me "chama" eu largo tudo, inclusive serviço e corro para acudir minha princesa.
Bjosssssssssssss e parabéns!
Eu também concilio...
E no fim das contas, acho que me saio muito bem!
Claro que tem momentos dificeis, momentos em que me questiono, mas são apenas momentos. Sou muito feliz com minhas escolhas.
E acho que de outra maneira não seria melhor.
Parabéns pela coragem... rs
BJooooooooo
Carol, tenho orgulho e admiração por vc. A vida tem sim q ser equilibrada. E nada disso é possível sem apoio, estrutura e organização. Fiquei extremamente feliz por vc ao ler esse post, viu?!
Super bjo,
Camila
www.mamaetaocupada.blogspot.com
Muito bom Carol!
Fiquei contente também em conhecer mais uma Carol P blogueira! rsrs
Beijos
yes i cam - yes we can!!!
sou uma destas que concilia.
trabalho e sou uma excelente mãe (modéstia à parte).
isso porque, tal como vc tenho um super marido, conto com alguém para ajudar com a casa, além de uma rede de proteção de avós, tias, dindas e amigas.
esse assunto dá pano para a manga!
já falei também sobre ele e muito lá no blog. um dos texto segue como um dos mais lidos e mais comentados ever.
beijoca
Eu sou a favor da felicidade. Se a mulher está feliz trabalhando, ok. Se está feliz sendo mãe 24, ok tb.
Costumo dizer que eu parei de trabalhar não pq pulei de 1 filho para 3 com a surpresa da gravidez gemelar, mas só por causa da deficiência do Leo que nenhuma mãe nunca espera que vá acontecer, me dedico a ela 24hrs pq que ninguém cuidaria dele como eu. Mas é um caso específico, fora dos padrões. Qdo eu só tinha a Stella, voltei a trabalhar qdo ela tinha 4 meses!
O importante é assumir sua posição como vc bem fez, pq vejo muita mãe dando filho como desculpa (sim!!) para não trabalhar e mal dá atenção para o filho dentro de casa. E outras que trabalham por pressão/preconceito da sociedade, mas o que gostaria mesmo era ser mãe em tempo integral.
Com certeza vc é uma previlegiada! E acho que vc tem noção disso, talvez por isso tenha pensado 2x antes de tocar no assunto... Ter um parceiro participativo e presente como temos é um previlégio! E uma empresa que colabora é mais raro ainda!
Na minha opinião o importante é a qualidade de tempo que se passa com os filhos e não a quantidade, e isso pelo visto vc faz muito bem!
Bjo grande!
Carol, dúvida todas nós temos. TRabalhando ou não, sempre questionamos se estamos ou não fazendo da melhor forma. Eu adoro quando leio um post como esse seu, que mostra uma mulher segura e bem resolvida. Certmamente seus filhos sentem essa tranquilidade.Parabéns!
beijinhos, Re
Oi, demorei mas passei por aqui....rs!!
Adorei te conhecer no evento!
E sobre o post, já expliquei meu drama um pouquinho né? Mas to voltando aos poucos e ainda bem q estou conseguindo uma flexibilidade super boa no trabalho, e tenho certeza que é a melhor opção, deixar de trabalhar não dá...
Bjão...
ainda nao consigo, mas admiro quem consegue. Meu caso é especifico, tenho uma guria especial e nao tenho boa saúde, mas SEMPRE adorei trabalhar e tem sido meu alvo desde sempre voltar ao trabalho. anda tenho que terminar a faculdade de arquitetura, mas tenho um marido excelente e muito apoio da inha familia e amigos. Ainda nao é o meu momento de voltar mas sei que vou conseguir. Por enqto só na admiração...bjs
Concordo com a Mari: A gente tem que ser feliz...
Não adianta a pessoa trabalhar o dia nteiro sofrendo pelos filhos, nem ficar com eles o dia inteiro pensando nas coisas que abdicou para estar ali.
Eu trabalho pouco. Duas horas por dia com as minhas aulas de sapateado, e outros projetos paralelos que posso fazer em casa.
Meu filhotes já estão grandes e tem seus compromissos, e na parte da manhã fico só em função deles!!!
Adorei o post. E acho que a gente não TEM que sofrer, sofre pq se sobrecarrega demais!!!
Bjinhos
Carol, tenho um post bem parecido com o seu que nunca quer sair do forno..
Meu esquema é como o seu, conto com o marido, que divide tudo (menos acordar à noite) comigo. Ao invés de babá conto com a sorte de ter mãe e sogra próximas, que ficam com Mariana enquanto estou trabalhando. E também tenho a sorte de ter um trabalho que entende que além de profissional sou mãe.
Acho que o segredo é saber dosar as coisas. Em casa sou mãe, no escritório, advogada. Nunca deixo trabalho para a última hora, porque filho sempre pode adoecer, etc. Com isso ganho respeito dos meus colegas de trabalho. Também não me valho da condição de mãe para ter benefícios. Se tenho que levar ao pediatra, p.ex., procuro o primeiro ou último horário. Filho não é desculpa, né?
E em casa sou 100% mãe. Só ligo o computador se Mariana está dormindo. Finais de semana e quintas feiras à tarde são só dela. Não desgrudamos.
Claro que há dias de crise, de tristeza e tals, mas o saldo geral tem sido positivo!
beijos. adorei o post corajoso!
We can, can, can (fatboyslim style)
Eu vivo aos trancos e barrancos, mas concilio sim!
Não quis escolher entre uma coisa e outra, só tirei de ambas o preciosismo.
Não materno 24h por dia, mas também não trabalho 12h.
Não vou conseguir mantê-lo embaixo da asa até os 2 anos, que era meu plano, mas continuo amamnetando em livre demanda e sem hora para acabar.
Tenho tb marido, 1 empregada, a vó e a escolinha que começa logo.
E tenho bastanta cujones, se me perdoa a palavra... pq NÃO É FÁCIL!
Assim como vc, amiga corajosa! Obrigada por publicar!
bjos
Carol, também tenho conseguido conciliar trabalho e maternidade, com pitadas de mau-humor e cansaço, mas sempre valendo a pena! Meu marido me ajuda muuiiitttoo, tenho empregada e babá, que fica com eles quando vou trabalhar na rua, e tenho um trabalho que tem uma flexibilidade de horário fantástica, o que me permite trabalhar em casa e ver de perto meus filhotes crescerem!
Estou (e sou) muito feliz!
Bjos!
Eu também. Ô se concilio. Concilio super. Tenho como meus braços direitos a organização, flexibilidade, maquina de lavar louças, roupa e secadora, e tento não deixar nada pra depois! haha E claro, tenho a sorte de ter o marido que tenho (que infelizmente anda viajando muito mais que nós imaginamos) e uma criança saudável e que passa horas brincando sozinha sem reclamar, bem aqui do meu lado.
Rá! Um dia eu chego lá!
Beijos
Muito bom o post ;)
Acho essencial deixar claro que mesmo quem consegue conciliar as duas coisas, faz isso com MUITO esforço. Não é nada fácil.
Mas sinceramente acho que a nossa geração de mães está trilhando um bom caminho, pra deixar a culpa de lado, seja pra trabalhar fora ou pra deixar de trabalhar.
Tb trabalho numa empresa bacana, que me quebra o galho quando preciso... Agora, via de regra, vejo mães e grávidas sendo tratadas com um desrespeito tremendo no trabalho, tipo, teve-filho-agora-se-vira.
Por isso acho que mães que trabalham deviam ser mais exigentes, até mesmo na hora de fazer a empresa cumprir a lei...
Aff, escrevi demais. Jornalista é uma praga ;)
ui, como eu admiro uma mãe inteirinha desprovida de culpa.
um dia chego lá!
beijos!
Carol,
Uma mae feliz e bem resolvida, faz a sua familia ainda mais feliz.
nao tem pq ter vergonha de ser feliz e nao ter culpa.
bj Carol P
http://motherlovedatabase.blogspot.com
Carol,
Eu concilio e consigo trabalhar sem culpa. Como vc tenho muitos fatores que me ajudam, inclusive o fato de trabalhar a 2 quadras de casa e poder almoçar com os pimpolhos todos os dias.
Agora sabe o que é engraçado? A culpa vem as vezes nos momentos de relax. Quando deixo as crianças e saio pra me divertir, fico toda besta me sentindo mal..
Quanta bobagem!! Trabalhar pode, mas divertir não né.. Um dia isso passa!
Bjs
Maternidade X Carreira - tive (tenho) muitas duvidas se deveria continuar investindo na carreira ou virar do lar ... na realidade, acho que da para conciliar bem emprego e filhos, mas quando sua empresa exige de voce 24hs por dia - perai, é isso mesmo que eu quero? Nao, nao é. Por isso estou traçando um plano B para minha vida onde eu tenha tempo para os filhos, para o marido, para mim e para ser feliz - trabalhando ou cuidando da casa, o que importa mesmo é estarmos felizes, e juntos.
Carol, você pode colocar mais um fator aí que te ajuda nessa conciliação: você gosta do seu trabalho (ou pelo menos é o que parece). Porque quando a gente não gosta, é f... deixar a cria. Sem tesão, não há solução.
Leio e nunca comento, mas hoje eu vim comentar. Sou mãe de dois, um de 4 e outro de 2. Concilio a maternidade com minha carreira, também sem culpa. E ainda tenho uma avalanche emocional ocorrida pela morte do meu marido há pouco mais de um ano. YES, DARLING, WE CAN!
Parabéns pelo post!;)
Carol:
Por muito tempo, eu trabalhei meio período e cuidava das crianças (e casa!) nas outras 20 horas do dia. E era felicíssima assim! Mas tinha maridão que apoiava e que trazia comidinha pra casa...
Depois do acidente, trabalho 8hs por dia, mas continuo dando conta do recado. Trabalho, levo pra escola, busco de escola, dou banho, janta, faço tarefa, estudo pra prova, levo pra passear, conto histórinhas pra dormir. E ainda blog! Pra caramba!!!! Tudo sozinha!
Tudo depende de você criar a sua rotina e fazer ela funcionar!
Bjos e bençãos.
Mirys
www.diariodos3mosqueteiros.blogspot.com
É isso aí, Carol. Não tens que ter vergonha em dizer que consegues conciliar NUMA BOA carreira e maternidade. Isso é equilíbrio e a gente precisa ter para ser feliz!
Eu também consigo conciliar super bem sem culpas... Saudade, aperto no coração é normal, pois existe aquele sentimento de querer ficar com os filhos, de acompanhá-los, mas não vejo como culpa.
Precisamos trabalhar e gostamos disso. Temos filhos e queremos acompanhá-los e ficar por perto. E precisamos conciliar tudo isso. É simples, e não é errado nem feio.
Eu fico fora o dia inteiro e as crianças na escolinha,... nos curtimos muito quando chegamos em casa (sempre os pego na escolinha) e pela manhã, antes de sair. Não tenho empregada mas sempre vai uma pessoa dar uma limpada na casa e organizar as coisas para mim,... eu vou fazendo o que dá.. hehehe
Não preciso viajar, ainda bem, pois realmente não gostaria de ficar longe assim, mas isso faz parte da tua rotina e já estás acostumada com isso e tens todo o suporte que precisas... Ninguém vai ficar desamparado, certo? Então, está perfeito!
Parabéns, adorei o post! Bjos e até.
Parabéns! Quem sabe um dia, conseguirei! bjs
oi Carol! Nossa mto legal esse assunto né, eu no começo me achava super incapaz, quando voltei a trabalhar, parecia que não dava conta de nada, nem do Pedro, nem do marido, nem da casa, nem do trabalho! uffa! Me sentia totalmente incapaz de fazer que fosse um minimo trabalho.
Agora graças a Deus depois de planejar minha rotina, consigo conciliar tranquilamente, ser mãe, esposa, trabalhadora, e ainda sobra tempo pra passear.
Beijok
Oi, Carol que bom que vc conseguiu conciliar e ter uma equipe de apoio!
Eu não tenho esta equipe... E optei por ficar com meu filho mais um pouco! Hoje ele tem quase 9 meses, está quase engatinhando, ficando de pé e com os dentinhos querendo nascer... Para mim, não há dinheiro que pague ver meu filho se desenvolvendo, sorrindo e me abraçando!!!
Amo muito tudo isto! E estou aprendendo muito com ele!
Também amo muito minha profissão (Arteterapia), mas pedi demissão da instituição em que trabalhava e parei com o consultório...
Cuidava do filho dos outros, mas agora é o momento de cuidar do meu! E quando voltar trabalhar estarei mais madura, com um olhar e empatia diferente! Pois agora sou mãe, tenho coração e intuição de mãe!
bjos
Parabéns, não é fácil conciliar a tripla jornada. Meu nome é Marcelo, visitei seu blog e achei super interessante. Acabo de criar um blog para tentar mostrar o lado pai durante a maternidade. Passa lá, se você gostar me adiciona na sua lista de blogs. Vou te seguir!
www.mmppv.blogspot.com
Amei o seu blog e ja estou seguindo!
Acho que posso assumir também que concilio carreia e maternidade! Mas nunca tinha assumido assim!
Também sou feliz com isso, e acho ainda mais dificil para voce que viaja, eu ainda possoficar a maior parte do tempo em casa (trabalhando muito, mas em casa) o que me facilita ja que não tenho empregada (ainda)
beijos e obrigada pelo belo post!
Oi Carol...
muito bom! Eu acho que pra trabalhar fora tem que resolver e fazer. Também acho que é essencial ter uma estrutura como essa que tu montaste pra num deixar os filhos sendo jogados de um lado pro outro.
Eu escolhi ser fulltime mom por enquanto e to bem resolvida quanto a isso também. O importante é escolher e não deixar que os filhos sofram com a nossa escolha, né?
Um beijo pra vc... mãe trabalhadora!
Oi Carol!
Admiro a sua segurança!
Eu já tive muitos altos e baixos e mais ultimamente tenho tentado resolver esse lado culposo da maternidade, que parece estar inscrito em nosso DNA.
Será que nos sentimos culpadas mesmo, ou a sociedade espera que assim nos sintamos, porque não se pode conceber mãe feliz fazendo outra coisa que não maternar de avental todo sujo de ovo? Essa é uma questão que estou analisando bastante, resolvendo em mim mesma, tentando fazer de mim uma mulher melhor para assim ensinar minha filha. Vamos ver se chego lá!
Beijos,
Nine
Antes de mais nada, cheguei ao seu blog por esse seu post e já fiquei sua fã... Vai entrar para os meus blogs favoritos.
E olha, vou te dizer, vc está no topo da cadeia alimentar materna! Quando eu crescer quero ser igual a você...
Eu até concilio sim ... mas a custas de muito rebolation...
Segue um post do meu blog que relato sobre isso.
http://tatimaternando.blogspot.com/2011/01/carreira-filhos-e-o-rebolation-tion.html
Cada mulher tem um perfil: umas são super felizes só em casa, outras para serem completas, necessitam tb trabalhar. Estou no 2º grupo, conciliando trabalho com maternidade. Sou policial e ainda vejo a cara de espanto dos pais/mães qdo deixo meu filho na creche e estou fardada... Ainda há assombro qdo as pessoas vêem mulheres exercendo certas funções tipicamente masculinas e aqui no nortão do Brasil, piorou!
Tb já tive q viajar a trabalho e o papai assumiu super bem. Aqui estamos longe da família e somos apenas nós 2 nos cuidados com o baby! E agora o bicho vai pegar, pq está vindo mais um tesouro!!! Mas daremos conta direitinho!!!
Amei seu blog!
Bjs, Fabi
Carol,
cá em Portugal ter empregada durante os dias da semana e bábá à noite é delirium.... que existem familias que podem e querem existe mas é uma raridade!
Bem, nestes ultimos dias (meu filho em casa durante duas semanas com virose e a recuperar dela, a minha mãe hospitalizada, o meu marido indisponivel por razões de trabalho) dava-me cá um jeito... nem imaginas!
Tb quero....
Oi Carol!
Lendo teu post fiquei me perguntando: será que eu vou conseguir(interg)
Sei, não... Só de pensar em deixar minha pitoca, meu coração fica espremidinho... Ela está com 4 meses e eu retorno ao trabalho com ela estiver com quase 8, graças a licença d 6 meses e 2 férias acumuladas... Ai, ai...
Estou aqui devorando teu blog durante as mamadas e sonecas da minha pequena... Muito bom ver "maternidade real" pra variar, já que muitos blogs a fazem parecer feita apenas de "nuvens de algodão-doce"... hehehe!
Me dei conta d que minha adega tb está cheia! Nossa que saudade de um bom vinho! E de um chocolate tb (estou com uma dieta de restrição de leite, por causa da amamentação, pois ao que tudo indica minha filha é intolerante à lactose)...
Por falar nisso: será que um dia a vida volta ao normal(inter)
Ah! Tb sou gaúcha, moro em Canoas e trabalho em Poa...
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