31 de agosto de 2011

noites sem mamãe



As noites que não estou em casa costumam ser difíceis, como já contei aqui e aqui. Geralmente o que acontece é que eles choram, querendo que eu os atenda, mas não estou lá. Novamente estou viajando, mas essa noite foi diferente: eles tiveram febre. FE-BRE. Claro que estão com os narizes correndo e resfriados, mas acho que também tem um fator emocional envolvido.

Na última vez que meu marido viajou, eles corriam para a porta esperando e chamando o papai. Inventei, então, a terapia da saturação. Saturar eles de informação sobre o papai: dar fotos a eles, deixar eles segurarem, amassarem, beijarem, dar thau e boa noite para o papai, inventar música para o papai. Tudo isso eu fiz e acho que adiantou. Mas parece que isso não está funcionando quando sou eu quem viaja. Ou o aplicador da terapia não tem tanta técnica, heheh.

Lembrando que eles tem quase 18 meses, alguém tem alguma sugestão de como tratar desse tipo de assunto? O que podemos fazer? Técnicas, dicas e palpites serão muito bem vindos!


22 comentários:

Telma Maciel disse...

Ai, Carol... deve ser realmente difícil ter que passar por isso, né? Bom... nunca passei por isso então não tenho ideia do que fazer! Mas te desejo sorte, pq a gente sofre com esses dodóis dos bbs!
Bjs

Catia, mamãe do Gui disse...

Oi Carol, nunca passei uma noite inteira fora de casa, mas o Gui hoje com 1 ano e 6 meses ainda não pode me ver sair quando o deixo na casa da vó para ir trabalhar... saio sempre "fugida", quando ele sente muito minha falta, minha mãe tem uma peça de roupa minha, geralmente o pijama, acho que tem meu cheirinho, entrega para ele e tem funcionado, ele tem se acalmado... Toda segunda feira, levo as coisas da semana e o pijama que usei no final de semana junto. Ai como é dificil essa vida de mãe que trabalha fora...beijos

Luciana - Descobertas disse...

Sinceramente, a 1 ª coisa que veio a minha caebça, pq meu deu uma dó deles, foi dizer para você não viajar mais até eles ficarem maiores e entenderem a necessidade das suas viagens (leia-se como estivesse tachado, pois sei que você já disse em vários posts que adora seu trabalho e que não queria deixá-lo!)...
Pq, tipo assim, agora é diferente de outras vezes, eles tiveram F-E-B-R-E!!!
Por quanto tempo você vai ficar ausente?
Eles já melhoraram da febre?
Quando você voltar faz uma aula prática da técnica junto com as pessoas que ficarão com seus filhos quando vc viajar!
Se bem, que acredito eu, nossos filhos nunca estarão saturados de nós!

Ontem mesmo, ligaram da escola-creche para mim dizendo q o meu filho, de 16 meses, estava com febre, corri para pegá-lo e deixá-lo em casa, 1h e 30 min depois de medicá-lo e ficar "tranquila" de que estava tudo sob controle e certa de q iria ligar de 30 e 30 min, retornei ao trabalho e só retornei a noite.

Eu mudei de empresa para não viajar ou diminuir a necessidade de viagens! Continuo trabalhando no mesmo ramo, mudei de empresa, aqui tbém terão viagens, mas 1 vez por mês, não toda semana. E há flexibilidade tbém!

Espero ter ajudado em algo.
Bjs

Saúde para os babys!

Luciana - Descobertas disse...

Ah! Carol esqueci de mencionar o objeto de transição! O Pedro meu filho, tem um, ele chama de "nenê", são aqueles bonecos fofos e macios, que parecem travesseiro em formato de boneco. Ele tem desde muiot bebê, mas só agora se apegou a ele de verdade!

Os seus têm?

Bjs

Gabriela Teixeira disse...

Ai Carol, seu coração deve ficar apertadinho nessas situações neh?! Não sei oq dizer em relação a isso, mas deixo aqui o apoio.
Tudo passa, se eles ficam tristinhos quando vc viaja é pq vc é uma mãe maravilhosa...eles te ama!
Bjokas

Karla Leal disse...

Oi, Carol! Não sei se a minha sugestão vai ajudar muito pq meu filho só tem 7 meses, mas... Quando o Theo nasceu meu marido estava viajando. Então eu resolvi fazer uma mega foto dele e colar em uma vareta. Foi a sensação da maternidade. Aí quando meu marido está viajando eu sempre mostro a foto pra ele. É engraçado que muitas vezes ele está chorando e quando eu mostro a foto ele pára na hora e ainda sorri. É fofo de ver!
Se quiser tentar, não custa nada... rsrs
Clica aqui pra vc ver a foto! http://nosso-primeiro-baby.blogspot.com/2011/01/theo-nasceu.html
Beijos!!!

Karla Leal disse...

Oi, Carol! Não sei se a minha sugestão vai ajudar muito pq meu filho só tem 7 meses, mas... Quando o Theo nasceu meu marido estava viajando. Então eu resolvi fazer uma mega foto dele e colar em uma vareta. Foi a sensação da maternidade. Aí quando meu marido está viajando eu sempre mostro a foto pra ele. É engraçado que muitas vezes ele está chorando e quando eu mostro a foto ele pára na hora e ainda sorri. É fofo de ver!
Se quiser tentar, não custa nada... rsrs
Clica aqui pra vc ver a foto! http://nosso-primeiro-baby.blogspot.com/2011/01/theo-nasceu.html
Beijos!!!

Unknown disse...

telefone e webcam!
Olha quando a C era pequena ela nem notava o pai viajar mas agora ela nota e dessa ultima vez, tive q pegar ela no jardim pois saiu porta a fora paipaipaipaipai... so q quando ele vai eh um mes, dai segura menina.
ACho q cada crianca reage diferente, quando eu fiquei fora nao podiam tocar as musicas q eu e a C escutamaos juntas.
Acho q tem q testar e ver a reacao, mas sempre tem q ter entreterimento envolvido para desvirtuar o foco sabe.
Bj Carol P
www.motherlovedatabase.com

Renata disse...

Humm, eu não sei o que sugerir, mas queria mandar um beijo grande mesmo assim, posso??

Priscilla Perlatti disse...

Técnica do menino maluquinho: algumas coisas são só com a mamãe, outras são só com o papai.
Amassar e lamber fotos é só quando o papai não está. E a noite dos meninos, quando a mamãe não dorme em casa, eles podiam jogar bola na sala, contar historinhas na cama ou alguma outra atividade que só o papai sabe fazer.
Bjs,

Blog Dri Viaro disse...

Oi, passei pra conhecer seu blog, e desejar boa tarde.

aguardo sua visita :)

beijos

www.driviaro.com.br

Bianca disse...

Gostei do que a Pri ai em cima falou... Eu iria mais pelo caminho de falar, explicar... No dia que vc for passar a noite fora ja explica de manha e de repente deixa algum programa pre estabelecido com o pai e eles...Eu faria isso.
Agora dessa vez deve ter juntado um resfriadinho+febrinha+manha normal, ne!
beijos e fique bem. E vai passar super rapido, pode ter certeza
beijos
desculpe a falta de acentos, rs!

Carolina disse...

Xará!
Não sei se feliz ou infelizmente, logo eles acostumam às pequenas ausências. E quando isso acontece é um alívio tããão frustrante!!! rsrs
Mesmo que a gente ligue de manhã pra dar bom dia, de tarde pra saber se comeram e de noite pra desejar bons sonhos chega o dia que fatalmente parece que eles nem notaram que a gente passou o dia fora! Mas ainda demora um pouquinho... aproveita muito essa fase!

Sara Lima Saraceno disse...

Situação SUUUPER complicada e sem que exista uma solução imediata realista...
Enfim, partindo do pressuposto de que seu trabalho é importante para vc (já deixou claro em outros posts), lamento informar que o único recurso para o seu caso é o TEMPO!
Desde que minha filha tem 8 meses eu já passei algumas noites fora de casa, com minha mãe ou meu pai no hospital e viajei por 3 dias sem ela qdo ela estava com 1 ano e 10 meses. Ela me chamou de noite, mas foi bem tranquilo. Agora, com 2 anos e 8 meses, eu viajei por 1 semana e também foi tranquilo e olha que ela ficou doente e tudo mais...
Uma das coisas que EU faço com minha filha é conversar... converso muito, explicando que não estarei em casa e que ela ficará com o papai, mas que a mamãe volta. Lógico que bebe ela não entendia, mas hoje assimila muito bem e, apesar de ter saudade e até me chamar no meio da noite, entende porque já está conscientizada de minha ausência. Aqui funcionou assim, mas são episódios, não é uma coisa frequente...
Sua outra opção é insistir em contatar a Fátima Bernardes...
;)

Ana disse...

Acho que com essa idade, a gente pode até conversar, e eles com o tempo vão até entender, mas o que pega, é o agora.
Agora é que eles choram, agora é que o coração fica partido, agora é que a gente tem duvidas, medos.
Me separei quando meu filho tinha 2anos, e por mais que utilizasse todas as técnicas, por mais que hoje ele lide com isso de outra forma, naquela época se traduziu em muito choro, gripes, muita ansiedade. Mas claro meu caso é diferente.
O que importa é eles sempre terem sua atenção quando vc está perto, e também me ensinaram a não sair escondido. Sempre mostrar mesmo com eles chorando é que vc é igual a iô-iô, vc vai, mas volta.
Boa sorte!

Celi disse...

Eles sentem falta mesmo! Ora do pai, ora da mãe... sempre! sempre!
Técnica? Sugestão? Difícil Carol. Mas acho que vale alguns combinados com eles. Marcar no calendário o tempo que ficará fora, combinar algumas coisas divertidas para o pai fazer com eles, falar com eles por skype, telefone. Uma situação difícil. Mas não se cobre! Pense que está fazendo o melhor para que fiquem bem.
Espero ter ajudado pelo menos um pouquinho.
Beijos

Anônimo disse...

Olá Carol cheguei ao seu blog por indicação de uma amiga,sou mãe de gêmeos tbm,os meus tem quatro anos,moramos fora do país,longe da familia e dos amigos mais proximos,estou gravida de sete meses e morrendo de medo ao pensar em como vou deixa los para ir a maternidade já que qnd viajo a trabalho eles choram chamam por mim e tbm sentem febre,febre essa que passa instantes após a minha chegada,tbm acho importantissimo conciliar carreira e familia mas confesso que acho complicado conciliar carreira,familia e tripla culpa pois me sinto culpada em deixa los as vezes( nossa de comentario virou desabafo) bom enfim minha solução nas ultimas viagens depois que um deles um dia me vendo com a mala na mão chorou dizendo:mamãe prq vc precisa ir?prq?é leva los junto sim junto eles e a babá mas acabo ficando mais culpada ainda pois tiro os dois da rotina,hoteis são impessoais demais para crianças dessa idade e dessa forma vou tentando o melhor para nós todos mas é complicado e temo que daqui alguns meses fique um pouco mais rs
abraços
carla feldberg

Anônimo disse...

Ai Carol, que difícil, hein?! Não sei nem o que dizer, menina, porque graças a Deus nunca precisei me ausentar assim, ainda mais quando eles estão doentes.

Mas vou te dizer, achei ÓTIMA a idéia da terapia da saturação! Que idéia boa!!! Vou usar por aqui tb quando papai se ausentar.

E quem sabe, explicando melhor pro papai dos gêmeos, a terapia não funciona só um pouquinho?

Boa sorte, amiga!
Beijos
Ju

Mariana - viciados em colo disse...

tô com a pri!
boy's night: transgressão entre meninos!
achei tuuuudo esta técnica "pra-doido:doido-e-meio"!

beijoca

Carlinha Freitas disse...

Eu também viajo muito! O que fazemos é não mudar a rotina dele quando viajo e quando estou em casa, sempre revezamos (eu e marido) quem vai atende-lo. Assim, ele não estranha tanto a minha ausência.

Sobre mostrar fotos, vídeos, etc.. eu acho pior! Uma vez viajei por 15 dias e Lucas estava bem. Eu estava mal rsrs e quis ve-lo pela Internet. Resultado: ele sofreu MUITO! Chorou, teve febre também e ficava o tempo todo: mamã, mamã, mamã.

Beijos!

Aline O. Simonetti disse...

Eu tenho gêmeos também. Hoje estão com 5 anos e passei por situação parecida com a sua. Cheguei a viajar 12 dias para Alemanha para representar os interesses da empresa. Mas o que eu acabei percebendo a um preço alto foi que eu me joguei no trabalho, bradava a todos as MINHAS necessidades pessoais e profissionais e usei todos os artifícios para apaziguar os ânimos dos pequenos. A verdade é que às custas da solidão deles, eu corri atrás do padrão da mulher multitarefa e bem sucedida em todos os papéis.
Nossos filhos não são mais um "to do" na lista lotada da agenda. Ser mãe é nosso maior papel, minha atividade prioritária. Abrir mão do sucesso profissional e financeiro, do status, é questão de mudar os paradigmas. Questionar papéis e importâncias. Em nenhuma empresa do mundo alguém chorará por nossa falta. Naqueles coraçõeszinhos que ainda nem podem falar, olhinhos que procuram um carinho, um colinho, você nunca saberá e a escolha de estar longe nesses momentos é sua. Podemos fazer com que parem de chorar, de exteriorizar o sentimento, mas aquele vazio será sempre um vazio.
Não dá pra ter o melhor de dois mundos. Não dá. A diferença é que trabalhando, temos recompensas sociais que repercutem bem aos olhos dos outros. E optar por um trabalho alternativo, com mais tempo para ser mãe, não dá status nenhum, desgasta sim, dá trabalho sim.
Já imaginaste passar uma tarde ensolarada de quarta-feira num parque com eles? Porque não? Estes dias não voltarão...
Hoje, com 5 anos, meu filho já passa um sábado todo na casa de amiguinhos. Esse distanciamento vai aumentando a cada ano e já vejo meu sobrinho de 10 anos que viaja o feriado com a familia do amigo. Logo ELES é que vão sumir de casa, terão seus compromissos e suas necessidades e não haverá mais tempo para ficar juntos, para curtir e viver a vida ao lado das pessoas mais importantes da nossa vida.
Desculpe confortar tua opinião. Não te julgo. Já estive exatamente no seu lugar. Hoje penso diferente e quis expor minha opinião.
Aline O. Simonetti

Dani disse...

Carol, eu vou viajar pela primeira vez sem a minha pequena na semana que vem (ela tem um ano e um mês).
Assim, não tenho nenhuma dica excelente para te dar.
Mas queria te deixar um abraço muito apertado e solidário. Serve?
Beijo