Rita, mãe de dois, viajou a trabalho com mais outros colegas homens para atender a um cliente no exterior. Como de costume, foi ela quem negociou com o cliente vôos, hotéis, transfers e outras coisas que possibilitassem organização e conforto durante a viagem. Pensando em sua situação, pediu o primeiro vôo de retorno após o término do trabalho, exatamente 05:10hs da manhã, o que incluía acordar 03hs para regresso ao Brasil. Quando os colegas homens souberam, reclaram e exigiram seus direitos de uma boa noite de sono. Como vamos conseguir trabalhar com tanto sono? Como vamos conseguir sobreviver a tanto cansaço? Era o que eles perguntavam. Rita apenas fez as contas: se dormisse as 21hs e acordasse as 03hs, dormiria seis horas ininterruptas. Seis horas. Isso é muito mais do que costuma dormir em dias normais. Por solidariedade a seus colegas, Rita não falou nada, mas mais uma vez se deu conta de quanto a sua vivência como mãe só facilita o seu desempenho profissional. E lamentou que muitas empresas ainda não possam enxergar isso.
8 de setembro de 2011
pequena fábula corporativa
Rita, mãe de dois, viajou a trabalho com mais outros colegas homens para atender a um cliente no exterior. Como de costume, foi ela quem negociou com o cliente vôos, hotéis, transfers e outras coisas que possibilitassem organização e conforto durante a viagem. Pensando em sua situação, pediu o primeiro vôo de retorno após o término do trabalho, exatamente 05:10hs da manhã, o que incluía acordar 03hs para regresso ao Brasil. Quando os colegas homens souberam, reclaram e exigiram seus direitos de uma boa noite de sono. Como vamos conseguir trabalhar com tanto sono? Como vamos conseguir sobreviver a tanto cansaço? Era o que eles perguntavam. Rita apenas fez as contas: se dormisse as 21hs e acordasse as 03hs, dormiria seis horas ininterruptas. Seis horas. Isso é muito mais do que costuma dormir em dias normais. Por solidariedade a seus colegas, Rita não falou nada, mas mais uma vez se deu conta de quanto a sua vivência como mãe só facilita o seu desempenho profissional. E lamentou que muitas empresas ainda não possam enxergar isso.
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11 comentários:
Adorei! Depois que a gente vira mãe a gente entende o que multitarefas realmente quer dizer! Não te irrita a pessoa que só consegue fazer umas 5 coisas ao mesmo tempo?
Bjs,
ótimo, carola.
ser mãe é dar um up grade na vida.
incluindo a profissional.
bjocas
aconteceu comigo também: melhorei profissionalmente depois de ser mãe, muito!
beijoca
Achei o MÁXIMO! Bjs
Perfeito!!! temos muito mas muito mais pique mesmo depois que viramos mães! Bjoooo
Nossa... seis horas e eles acharam pouco?? Homens mesmo... 6 horas ininterruptas é o suprasumo pra quem por 6 meses acordou de duas em duas horas para amamentar, inclusive de madrugada e nesse intervalo deitava com o bebê sobre a barriga por causa das cólicas...(e ainda diz que "acordava", mas pra acordar, não tem de estar dormindo??)
Já está na hora dos empresários enxergarem que mães felizes produzem mais e melhor do que qualquer funcionario padrão ...
duvidasedevaneiosdamamae.blogspot.com
Eu tenho um ímã de geladeira aqui em casa que diz "Com o maior desembaraço qualquer mãe seria capaz de fazer o trabalho de controladores do tráfego aéreo" que resume bem isso tudo, né?? beijos
Perfeito, mais nada a declarar..hehehe Bjos
Nossa.. que perfeito!!! Seis horas de sono ineterruptas representam muita coisa pra uma mãe!!!
Verdade verdadeira!!!
:D
Muito bom. A mais pura verdade. De onde será que vem tanta disposição e pique para fazer as inúmeras coisas do dia a dia. Realmente é surpreendente!
Beijos
acho que essa história se repete em muitos, muitos lugares.
Não só no trabalho. Essencialmente é isso: não medimos esforços pra estar com nossos pequenos. E o melhor: nem contabilizamos isso como esforço.
Melhor assim, não é?
E viva as mães!
beijos
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